Magnetismo e Hipnotismo Curativo II

Magnetismo e Hipnotismo Curativo II

Disponível: Sem estoque

Autor: Alfonse Bue

Livro Usado

Hipnotismo, Sonambulismo, Fascinação, Sugestão Mental, Clarividência e Lei Fenomenal da Vida. Obra rara de 1935
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Sumário
PRIMEIRA PARTE 
EXPOSIÇÃO DOS FENÓMENOS

CAPÍTULO I
Hipnotismo e magnetismo
Experiências do Dr. James Braid, em 1841. — Depois de haver concluído pela identidade dos efeitos produzidos pelo seu sistema e os produzidos pelos partidários do mesmerismo, ele volta á sua primeira opinião, especificando as diferenças que distinguem esses efeitos. -- Sua definição do sono nervoso provocado. —• Experiências e teorias do Dr. Durand de Gros (1854-1860). — Estado hipotáxico, sua definição. — Experiências públicas de fascinação experimental (Han-sen e Donato, 1880-1886)  — Hipnotismo moderno. — Grande e pequena hipnose. — O que se deve entender por Jiipnotiear. — Nomenclatura dos fenómenos hipnóticos. — Suas tendências para substituir o automatismo, o desdobramento e a inconciência á unidade do eu con-ciente. — Opinião de Mésmer acerca da inutilidade e perigos do sono nervoso provocado 

CAPÍTULO II
Das diferenças existentes entre o magnetismo e o hipnotismo
Processos de Braid para produzir o sono provocado. —  Processos do Dr.  Durand de Gros.  — Processos da escola atual.  — Processos dos fasci-nadores. — Manobras hipnóticas comparadas aos  processos magnéticos,. — Diferenças notáveis  entre  os  sonâmbulos  formados por  um  e outro método.  — Concentração dos sonâmbulos magnéticos. — Exteriorização dos  sonâmbulos hipnóticos. - -  Negação, pelos  hipnotistas, da existência dos fenómenos psíquicos. — Causas dessa negação. — Meio magnético de pôr-se em relação. — Regularização  que  daí resulta. — Ressonância magnética iãeoplá-stica. — Causa de apreciações confusas. — Individualidade psico-fisiológica do  experimentador. — A ação dire-ta sobre o encéfalo e ação direta sobre o epi-gastro diferenciam o hipnotismo do magnetismo 21

CAPÍTULO III
Explicação fisiológica dos fenómenos
Esquema do equilíbrio orgânico: cérebro, aparelho genital, coração e fígado. — A vida é um equilíbrio oscilatório, obedecendo a uma lei de concentração tonalizante. — Do enórmon. — Do ritmico vital. — De suas relações com a acústica e a. ótica. — Divisões do circuito nervoso: encéfalo, raquis, sistema ganglionar. — Funcionamento do sistema nervoso: sentido, cérebro, tronco; seu preparo; corrente sensorial e corrente visceral. — Os hipnotistas atuando diretamente sobre o cérebro pela corrente sensorial, provocam uma reação dispersiva, que exterioriza a ação dos sentidos, enfraquece a tcnsão-enórmon, faz nascer a ideia improporcionaãa, e acarreta automatismo e inconciência. — Papel obturaãor do cerebelo. — Os magnetizadores, atuando indiretamente sobre o cérebro pela corrente visceral, produzem um estado de concentração que duplica a tensão-enórmon, fecha as vias dispersivas dos sentidos, aumenta a isolação e entretém o jogo equilibrado do aparelho cerebral. — Integridade da vontade e do eu conciente.— Papel libertador do cerebelo 33

CAPÍTULO IV
Estudo comparado, sob o ponto de vista curativo, dos efeitos hipnóticos e magnéticos
O hipnotismo e suas virtudes curativas, segundo os partidários deste método. — O hipnotismo e seus perigos: proibição das experiências públicas pela autoridade administrativa. — Opinião dos Magnetistas, Aubin Gauthier, Jussieu, Puy-ségur, Bruno, Dr. Boullier, Deleuze, Mésmer. - Nossas averiguações pessoais. — Experiências feitas sobre os animais, por Lafontaine, Dr. Harting e Beckensteiner. — Generalização dos processos magnéticos, sua aplicação ás degeue-cências dos tecidos e dos órgãos. —• Exemplos de curas: cura de uma artrite crónica causada por um entorce; cura de uma hemiplegia facial, consequência de uma cárie do rochedo; cura de um quisto multilocular 4S

CAPÍTULO V
Das causas
Definição. — Antiga doutrina médica das crises. — Dias ãeoretorios ou críticos. — As crises sob o ponto de vista magnético. — Crisiacos e convulsionarias. — Erro acreditado que o estado de crise é o estado habitual daqueles que se submetem ao magnetismo. — As crises naturais são os sinais mais evidentes da reação vital. — Estado magnético e estado de crise. — Como se acalma e se sustenta uma crise. — Inutilidade e perigos de toda a intervenção estranha. — Exemplos. — As crises naturais provocadas pelo magnetismo restabelecem inopinadamente a saúde. — Três observações curiosas em casos de perturbações funcionais  

CAPÍTULO VI
Do sonambulismo
Definição do sonambulismo. — Falsa denominação. — Classificações  arbitrárias. —  O  fenómeno realmente só apresenta três fases distintas.  — O  sonambulismo  tem sido  mais nocivo  do  que útil á causa do magnetismo: opiniões de Laf on-taine,  Deleuze e Aubin  Gauthier. — Aparências complexas do fenómeno devido á idiosincra-sia dos sonâmbulos. — Processos para favorecer a eclosão do sonambulismo e fazê-lo cessar.  — Hfeitos psíquicos:  Atração magnética, nidificação dos sentidos, reviramento da pupila, insensibilidade. •— Efeitos psíquicos: exaltamento das faculdades  intelectuais, transmissão do pensamento, clarividência, vista á distância, percepção das moléstias, previsão. — Fragilidade da clarividência. —• Necessidade duma boa direção. — Impressões morais transmitidas. — Sugestões. —  Perda da lembrança ao despertar. — Percepção luminosa ãas radiações magnéticas. — Irradiação dos corpos.  — Variações resultantes da idade, do temperamento e do estado de saúde. —  Experiência do copo dágua. — Aumento da refração luminosa pelo movimento e pelo choque. —• Acordo entre a maneira de ver dos sonâmbulos e dos sensitivos na câmara escura. — O Oã do Barão Reichenbach.  — As vibrações de A. Gauthier. — A Força radiante de Crookes. — Relações  entre  a  Força e  a Matéria,  segundo Lodge  •  105

CAPÍTULO VII
Da clarividência sob o ponto de vista terapêutico
Raridade  da clarividência magnética. —•  Sua utilidade para a terapêutica, quando se desenvolve espontaneamente HO decurso dum tratamento. — Cura duma sonâmbula, referida por ela própria. — Conclusão do relatório da Comissão da Academia de Medicina em 1861, acerca da faculdade qne possuem os sonâmbulos de precisarem o género, a duração e o termo das moléstias. — Diferentes modos de percepção dos sonâmbulos. — Consultas feitas sobre objetos e cabelos. —• Precauções a tomar com um paciente sonambúlico •  123

CAPITULO VIII
Das causas que demoraram o conhecimento e a propagação das virtudes curativas do magnetismo
Memória, acerca da descoberta do magnetismo animal, publicada em 1779 por Mésmer. — Arresto da Faculdade contra o Dr. d'Eslon. — Relato-rios sobre o magnetismo apresentados á Academia das Ciências e á Sociedade Real de Medicina, em 1784. — Imparcialidade de Jussieu. — Sociedades magnéticas da Harmonia; sua propaganda até a Revolução. - - As árvores magnetizadas de Buzancy. — Os dois irmãos de Puységur; o padre Hervier, o abade Faria, Deleuze; os magnetizadores modernos. Lafon-taine, Du Potet, etc. — Comissões de 1831 e de 1837. —i Relatório de Husson. — Prémio Surdiu. — Os magnetizadores saindo de seus papéis de curadores para apresentarem o magnetismo ao público e ás corporações sábias; a opinião expressa por estes últimos só foi realmente dada quanto aos fenómenos de letargia, catalepsia e sonambulismo, e não sobre as virtudes curativas do magnetismo. — Consequências desastrosas das crises e das experiências públicas. — Congresso internacional do magnetismo curativo, em 1889. — Sua composição, seu fim, seus resultados 141

CAPITULO IX
Do exercício do magnetismo sob o ponto de vista legal
O preconceito que consiste em só considerar o magnetismo sob a forma do sono provocado pode contribuir para obstar o seu livre exercício. — Processo de Montpellier (1836)  — Defesa do Barão Du Potet perante o Tribunal Correcional e a Corte régia. — Processos de Bressuire e d'Angers (1842-1845). — Defesa do advogado Charles Ledru, no Tribunal de Paris. — Opinião de Boyer-Collard e dos Drs. Péan, Péter, Chevandier e de Pietra-Santa sobre a liberdade científica. — Carta do relator da lei sobre o exercício da medicina, ao presidente do Congresso Internacional de Magnetismo em 1889. — O magnetismo é uma propriedade coletiva sobre a qual ninguém tem o direito de primazia. - Exemplos de casos desesperados em que o magnetismo tem sido ou poderia ser de um grande auxilio á medicina. — Odisseia de um infeliz reumático. - - Uma operação evitada pelo magnetismo. - - Consequências duma operação inoportuna, reparadas pelo magnetismo. Efeitos poderosos do magnetismo no croup. -A morte de Jules Ferry  •  154

CAPÍTULO X
Da prática do magnetismo sob o ponto de vista da conciência
O preconceito que consiste em considerar o magnetismo tão somente sob a forma de sono provocado, contribuiu para originar escrúpulos de conciência. — O magnetismo nunca foi condenado pela Igreja e nada tem de diabólico, tese sustentada pelo Congresso Internacional de Magnetismo em 1889 pelo Padre de Meissas, doutor em teologia. — O magnetismo na sociedade e nas casas religiosas. —- Exemplos de escrúpulos vencidos. Cura de cólicas hepáticas 201


SEGUNDA PARTE 
LEI DOS FENÓMENOS
 
 
CAPITULO I
O estudo do magnetismo conduz em terapêutica a uma síntese
Objeto da medicina; seu problema fundamental. — O primeiro princípio de toda terapêutica deve ser este: 'A Natureza cura!' — Fisiologia, patologia, terapêutica. — Classificação das moléstias: Nosologias orgânica, etiológica e sintomática. — Não existe atualmente terapêutica: opinião dos mestres a respeito. — Golpe de vista retrospectivo sobre a história das doutrinas médicas. —• Necessidade de uma síntese. — Investigação da lei que engendra os fenómenos e regula as funções da vida. — Bista lei acha-se implicitamente contida nos princípios formulados por Mésmer 213

CAPITULO II
Só ha uma saúde
Forma, e Movimento, ou Matéria e Força. — A' concepção objetiva das cousas cumpre adicionar uma concepção subjetiva. —> Necessidade de formular uma hipótese. — A ciência moderna não possúe ideia organizadora suceptivel de ligar entre si os fatos esparsos. — Teoria atómica: seu cunho materialista. — E' necessário procurar o princípio de vida na Força e não na Matéria. — Da Causa das causas e da Hipótese das hipdteses; necessidade de colocar no limiar de todas as nossas concepções filosóficas a ideia ãe uma causa primária. — A ideia primordial matemática que cria os números, permite, por analogia, compreender a Ideia Primordial universal que cria os mundos. — Unidade Ternária. — Paralelismo e obliquidade. — O múltiplo sae da obliqiiidade ou da Angulação. — Movimento da série. O infinitamente pequeno e o infinitamente grande. — O Universo visível sae da imaterialidade dum princípio, do mesmo modo que os números saem da imaterialidade do zero. — A série é ao mesmo tempo causa e efeito, força e substância. — Estabelecimento de uma lei do movimento baseado na anterioridade da Força, ponto de partida de todos os fenómenos, Una e Trinitária como o princípio abstrato donde emana: Seriação, Limitação, To-nalização. •— Só ha uma Vida, porque só ha uma Forca e porque só ha uma Lei que rege essa Força 223

CAPÍTULO III
Só ha uma saúde
A analogia e a série''são os princípios de primeiro plano que dão ás nossas premissas e ás nossas conclusões o carater de universidade que devem ter. — Tudo na Natureza é tonalidade. — Identidade analógica dos fenómenos acústicos, áticos, calóricos, élétricos, químicos, fisiológicos. A tonalidade acústica tomada como modelo típico. —  A música, ou teoria do som, considerada por todos os filósofos como o símbolo ãa organiza-çã das forças. (Newton, Eumforã, Kepler, Eu-ler, Euclides, Descartes, Hersenne, Platão, Ho'è-né WronsM, Louis Lucas). — Elementos fundamentais da tonalidade musical: tónica, dominam- ' te, mediante, sensível.  — Eessonâncias fisiológicas correspondentes: cérebro, aparelho genital, coração e fígado. — A resultante da vida está na relação tonal desses quatro termos.  Ondulações do Enormon.  —• Na faculdade que o ser possue de mais ou menos se estender e se equilibrar, é que jaz sua força ou sua fraqueza. - A tensão equilibrada é a salvaguarda dos organismos. — A bolha de sabão, protótipo da célula viva, é a imagem rudimentar da forma oclusa. —  Movimento de volatilieação e de sucção. — Eliminação e absorpção. — A saiide é a resultante dum equilíbrio. — Só ha uma saúde, pois que só ha um ponto de equilíbrio 249

CAPITULO IV
Só ha uma moléstia
Equilíbrio ocilatório da tonalidade desde a concepção até á morte. — Todo o desvio patológico nasce da rutura deste ritmo. — Efeitos da tensão equilibrada sobre os humores do organismo. — Assimilação e secreção. —• Moléstias agudas e crónicas. —• Flutuação do equilíbrio vital entre o estado de condensação e o estado de dispersão. — O estado de tonalização protege a nossa 'identidade. — Condições de que gozam os sustentáculos da ação radiante da força. — Linhas de força, de Faraday. — Galvanoplastia. —• Con-tratibilidade, sensibilidade e percepção. -- Estado de imunidade que as altas tensões periféricas dão ao organismo. —• Perigos que apresenta a predominância de um dos pontos da tonalização. — Efeitos retroativos das altas tensões. Toda a falta ou todo o excesso de tensão traz perturbações orgânicas. — Dissonâncias e batimentos. — Não ha moléstias nervosas, nem moléstias específicas, nem moléstias miasmáticas. — Microzimas e bactérias. — Teoria do professor Bechainp. — Toda a moléstia provém de um desacordo entre a tensão do organismo e a das forças ambientes. — Só ha um ponto de equilíbrio, e conseqiientemente uma só saiide e uma só moléstia  269

CAPITULO V
Só ha um remédio
O que se deve entender pela expressão: 'Só ha um remédio'. — O mesmerismo está em completo acordo com o aforismo hipocrático: 'Natura Medieatrix'. — A primeira noção de qualquer terapêutica é saber de que maneira se comporta a moléstia fora da ação do medicamento. —. Ignorância em que se está acerca da oportunidade orgânica para os medicamentos. — Vegetais. — Minerais. — Antitérmicos. — Anestésicos. — Antisépticos. — O remédio varia na razão da ideia que se faz da vida e das causas da desorganização vital. — Método derivativo ou antagonista. — Método excitante. — Analépticoa. — Administração dos medicamentos. — In j ecoes hipodérmieas. — Paliativos. —  Emissões sanguíneas.  — Operações cirúrgicas.  — Necessidade de respeitar a integridade da epiderme. —  Impotência da ciência. — Erros de diagnóstico. — Da expectação. — A moléstia nada tem de material;  é de pura essência dinâmica. — Vantagens do magnetismo sobre  os outros  agentes terapêuticos. —  Sua ação estimulante sobre as mutações nutritivas. — O organismo obedece a uma lei de morfologia geral sob cujo influxo se reeonstitue a tonalidade vital 

CAPÍTULO VI
O magnetismo é o verdadeiro agente da transfusão da vida
Investigações acerca do elixir ãe longa. vida. — A ciência acreditou por momentos ter encontrado o segredo ãa viãa na transfusão do sangue: Denys, Blundell, Miliie Edwards, Marmonier pai,Devay, Desgranges. — A medicina hipo-dérmica moderna renovada da antiga medicina cabalista: Brown Séquard e Consorts. — A vida não está no sangue, nem nos produtos orgânicos, ainda mesmo que fosse o elemento nervoso; existe no estado de tonalização equilibrada. —• O sistema nervoso sendo o instrumento de repartições nervosas e o regulador fisiológico do organismo, é ao sistema nervoso que é necessário nos dirigirmos afim de refazer a tonalidade viva. — O agente por meio do qual se pode com mais segurança influenciar o sistema nervoso é o magnetismo. — Exemplo de uma febre tifóide, curada somente pela influência da imposição das mãos e dos passes mangnéticos, por um magnetizador absolutamente noviço. — A ciência não é indispensável para curar: a Soa vontade basta, com a condição que se conheça o meio de conduzir a reação vital. — E' á Natureza que se deve confiar o cuidado de refazer a tonalidade; só ela pode reconstituir os tecidos desorganizados : apólogo da teia ãe aranlia 319

CAPITULO VII
O magnetismo e a evolução neo-espiritualista
Da necessidade de estabelecer-se uma linha de demarcação bem distinta entre os fenómenos psi-quioos e físicos do magnetismo, e entre o mes-merismo e aquilo a que se chama magia do magnetismo, •— Abusos, interpretações erróneas e confusões lastimáveis em detrimento do progresso e da verdade. — F. Sarcey, Dupuy e Durand de Gros, Emile Gauthier, Álbert Ko-bin, Braun, Gernault, Daudel, Earadue, Mau-rice de Fleuiy. — O pensamento moderno evo-lue sensivelmente para uma filosofia neo-espiritualista. — O mesmerismo, resumo quin-tessencial de todas as forças terapêuticas, é chamado, pelo estudo de suas aplicações, a favorecer a evolução espiritualista que, em medicina, tende a substituir por uma luminosa síntese dinâmica, a obscura tradição orgânica materialista. —• A obra de vulgarização e os que a favorecem: os Srs. Padre de Meissas, Camilo Flammarion, a Sevue Ewcyclopéãique, o Voltaire, o Petit Medecin dês Familles, o Matin, a Presse, o Journal ã'Hygiène, o Pro-grès de Ia Côte-ã'0r, o Journal ãe Ia Santé, o Figaro  343

BEDESCHI  —  imprimiu
Informações Adicionais
Livro USADO.  Texto, gravuras e fotografias íntegros. 

Formato 18.5 x 13 cm

Editora FEB, 1 Edição, 373

386 páginas