O Poder da Auto-Sugestão

O Poder da Auto-Sugestão

Disponível: Sem estoque

Autor: Paul C. Jagot
Parte importante deste livro trata da arte de sugestionar a si mesmo e operar, assim, a reeducação e as curas possíveis de serem obtidas pelo controle do sub-consciente.
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Descrição

Detalhes

A história da humanidade está repleta de fatos constatando a força mental de indivíduos especialmente dotados. Com explicações, todas elas, na faixa do sobrenatural, esses indivíduos conseguiram curar, desviar impulsos, melhorar procedimentos, influir sobre seus semelhantes.

A metodização dos estudos e a codificação de experiências e ensinamentos foram, através dos tempos, transformando em ciência aquilo que era 'supra-normal'.

Pela auto-sugestão cada indivíduo pode vir a influenciar-se de forma considerável. Esta prática permite, na verdade, modificar a própria personalidade, as tendências, romper com os hábitos estabelecidos, adquirir a força de caráter e a firmeza que caracterizam o domínio sobre si mesmo.

Todas as moléstias orgânicas, nervosas ou morais rapidamente melhoram pela força da auto-sugestão e, muitos delas são radicalmente curadas. Não tem conta os desesperados, os desiludidos, os 'incuráveis' que se curaram sob a influência do poder do pensamento.

Este livro, essencialmente prático, escrito por um pesquisador cujas obras anteriores o tornaram um autor apreciado e respeitado, constitui um manual claro e preciso, sem exageros ou ilogismos que, durante tanto tempo tiraram as características de seriedade dos estudos psíquicos.

Parte importante deste livro trata da arte de sugestionar a si mesmo e operar, assim, a reeducação e as curas possíveis de serem obtidas pelo controle do sub-consciente.
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Sumário
PRELIMINARES
I.   Uma estranha antítese: o homem dispõe exteriormente da natureza; a natureza, interiormente, dispõe do homem  5
II.  A ciência psíquica proclama a potência intrínseca do pensamento  7
III. O pensamento opera em nós uma perpétua modificação  8
IV.  Do mesmo modo como sabe intervir imperiosamente no mecanismo dos fenómenos exteriores, a inteligência aprenderá a subordinar-se ao fenômino interno  j  9

PARTE TEÓRICA 

A SUGESTIONABILIDADE
I.   A hipnose coloca em evidência a aptidão do espírito para sofrer o impregnação das ideias que lhe são apresentadas e a força de reação das mesmas. Principais efeitos da sugestão hipnótica: A. Alucinações — B. Polarização moral — C. Ação interna — D. Post-Sugestão  13
II.  A sugestionabilidade — nome dado à aptidão em causa — varia de acordo com cada indivíduo e aumenta consideravelmente em certas condições, das quais a hipnose é o exemplo, mas ela noa é menos uma função normal. Observações a apoiá-la: A. A imaginação pura — B. A idealização de um sentimento — C. A idealização de uma emoção — D. A idealização de uma aptidão - E. A idealização de uma possibilidade — F. A idealização de uma ação — G. A idealização de uma sensação — H. A imaginação e a funções 18

O INCONSCIENTE
I.   Sentimento  de  uma  dualidade  psicológica. O conflito entre a deliberação racional e o ímpeto impulsivo. — A emotividade e a vontade. — A memória. — O movimento dirigido e o movimento automático. — Reflexos e hábitos. — A emoção nervosa e o sentimento construído. — O pensamento espontâneo e o pensamento elaborado. — A vigília e o sono. — Dois organismos inteligentes 30
II.  A iniciativa do Inconsciente. Ele preside judiciosamente a vida vegetativa. Ele governa as funções. Ele defende sua integridade. Reações orgânicas. — Substituições — Manutenção da forma e renovação celular. — Ele constrói, segundo a espécie, um tipo fixo de indivíduo -Hereditariedade. — Ele aprende a executar vigilância os movimentos coordenados que lhe ensinam. — Ele registra e classifica as impressões, imagens, ideias. As que o afetam particularmente tornam-se geradoras. Consequências do ponto de vista do caráter e dos hábitos, do ponto de vista das perturbações emocionais, do ponto de vista das doenças  34
III. A Vontade e o Inconsciente. A imaginação auxiliar ou antagonista da vontade. A balança do determinismo interno. — Os impulsos e os hábitos. — A imagem, a matriz e as provas. O inconsciente é o intermediário de que dispomos para assegurar a realização gradual do pensamento deliberado 36

PARTE FRATICA

PRATICA DA AUTO-SUGESTAO MÉTODO GERAL
I.   Realização do estado receptivo. Em que ele consiste. Como determiná-lo. O monoideísmo, a atenção espectante e as contra-sugestões espontâneas. A tentativa por desencargo de consciência. A verificação experimental aumenta a receptividade  39
II.  Impregnação do Inconsciente. A forma a dar às sugestões. O procedimento por meio da repetição de uma fórmula expressiva. A força rea-cional da emoção 42
III. Duração e frequência das sessões. Regra geral. Importância da repetição. Velocidade dos efeitos: instantâneos, graduais ou em época determinada  43

COMO SE AUTO-SUGERE O DOMÍNIO DE SI MESMO
I.   Fixação e desenvolvimento da ideia inicial. O desejo implica na possibilidade. As primeiras auto-sugestões. Para aumentar o domínio da ideia inicial. O inventário psicológico O plano da realização. A eliminação das ideias parasitas 47
II.  Para aumentar e dirigir seus meios. O emprego do tempo. A regularidade, a atividade, a energia. A tolerância. O bem-estar interno. O pensamento e a palavra. A destreza e a acuidade cerebrais 50
III. Para suprimir uma atitude. Modificações  das representações iniciadoras.  Afirmação de ideias contrárias. Visualização do resultado  54
IV.  A imperturbabilidade. A confiança em si. A segurança. A  impressionabilidade  exagerada. A emotividade.  Eliminação dos estados deprimentes: angústia, apreensão, medo. A calma e o sangue-frio.  Ousar.  Os pensamentos e atos que exorcisam a timidez. 'Nenhuma presença me desconcerta'. Em público  56

A AUTO-SUGESTAO TERAPÊUTICA
I.   Seu papel preventivo. A impressionabilidade. A ideia de saúde. O auto-controle. A atitude mental em caso de ameaça, depressões ou sintomas menores. As indisposições  69
II.  Os estados agudos. A doença, o doente e o médico. Ajude a reação orgânica. Aja sobre seu inconsciente. Fale a seus órgãos. A Calma. O Sono. As crises. Pense na vida  73
III.  As perturbações funcionais. Solidariedade  das funções. Uma fórmula geral. Os obstáculos a eliminar  77
IV.  Os estados crónicos. Nevroses e psicoses. Doenças orgânicas. Lesões 79

A SUGESTÃO EXPERIMENTAL
I.   Sua utilidade. Ela prepara para a sugestão aplicada, exercitando o operador. Ela desenvolve a facilidade da atitude, do olhar e do verbo. Exercícios preliminares  83
II.  Experiências ditas 'em estado de vigília'  86
III. Método do autor para produzir hipnose em seus diversos níveis  91
IV.  Analogia do nível hipnótico com o nível de su-gestionabilidade  95

A TERAPÊUTICA SUGESTIVA
I.   Qualidades e conhecimentos úteis ao operador 97 II. Sugestão imposta em hipnose total 103
III. Sugestão imposta em estado de vigília ou de semi-hipnose 107
IV.  Sugestão ponderada 108
V.   Sugestão dissimulada 109
VI.  Sugestão escrita 111
VII. Sugestão mental  112

A SUGESTÃO EDUCATIVA   121
Informações Adicionais
Livro NOVO.

Formato 21 x 14 cm

Editora Pallas, 1979

128 páginas