O Que há Além da Morte

O Que há Além da Morte

Disponível: Sem estoque

Autor: Charles Webster Leadbeater

Livro Usado

Científicamente observado e cuidadosamente descrito.
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Descrição

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O autor desta obra é um dos mais notáveis investigadores de ocultismo dos últimos tempos. Nascido em Londres à 17 de fevereiro de 1847 e falecido em Perth, Austrália, à 1.' de março de 1934, de sua longa vida dedicou, até os últimos instantes, 51 anos investigando, escrevendo e legando uma vasta literatura ao mundo.

Destacou-se brilhantemente por seu espírito de auto-renúncia, faculdades sobrenaturais desenvolvidas através da Yoga, objetividade, precisão e honestidade científicas em suas observações, estilo rigorosamente didático de suas exposições, e universalidade e versatilidade de seu génio pesquisador. Dotado de tantos e tão extraordinárias faculdades, aplicou-as exclusivamente ao estudo da Ciência, Filosofia, Psiquismo Religião, Educação e a vários ramos do ocultismo em geral. E com tantos e tais dotes, viveu vida asceta e morreu paupérrimo em haveres mas riquíssimo em sabedoria. São algumas de suas obras: Vislumbres de Ocultismo, O Lado Oculto das Coisas, (2 volumes), A Vida Interna (2 volumes), A Ciência dos Sacramentos, O Lado Oculto das Festividades Cristãs, A Vida Oculta na Maçonaria, Pequena História da Maçonaria, O Budismo, O Homem: Donde e Como Veio e Para Onde Vai?, Química Oculta (estes dois últimos em colaboração com Annie Besant), e muitas outras.

A seu respeito escreve C. Jinarajadasa: 'Em  1883 o Sr.  Leadbeater era clérigo da Igreja da Inglaterra, operando como cura na Paróquia de Bramshott, Hamps-hire, Inglaterra. Durante muitos anos esteve profundamente interessado no Espiritismo, não por mensagens inspiracio-nais através de seus médiuns, mas por fenómenos produzidos por espíritos que revelavam, não apenas a existência de poderes não suspeitados da natureza, mas também o seu domínio por entidades desencarnadas.' No Capítulo XXIX deste livro o leitor encontrará o relato que o próprio autor faz de suas experiências iniciais em fenómenos psíquicos ou espiritistas.

Em 1884, Leadbeater conseguiu, depois de algumas peripécias, corresponder-se epistolarmente com um dos Mestres (Mahátmas) da Senhora H. P. Blavatsky, e a acompanhou para a índia numa das horas maravilhosamente mais dramáticas da vida dessa varonil Senhora. Então, em sua passagem pelo Egito, encontrou-se pela primeira vez, e de maneira inesperada e surpreendente, com um desses Mahátmas. Radicou-se desde então na índia, e depois na Austrália, donde fazia excursões esporádicas pela Europa e América, fazendo conferências a enormes auditórios. Foi também o primeiro a descobrir, recolher, proteger e instruir Krishnamurti em sua infância, assim como, muitos anos antes, havia descoberto o infante C. Jinarajadasa na ilha de Ceilão, e cuidado de sua educação.

Assim, dificilmente se achará uma autoridade desse porte para abordar, e com tanto brilho, o complexo e fascinante tema O Que Há Depois da Morte, ob-jeto desta importante obra, cuja tradução foi confiada à pessoa bem competente no assunto.
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Sumário
PARTE I INTRÓITO
I — O SIGNIFICADO DA MORTE                                                13
Algumas concepções erróneas sobre a morte. Termina tudo com a morte? O ensinamento católico. A verdade relativa ao purgatório. As orações pelos mortos, Teoria-singular. O terror à morte.
II — PROVAS DA SOBREVIVÊNCIA                                              22
Ignorância arrogante. Aparições. O espiritismo. Um método mais seguro. Nossas condições durante o sono. Exercícios de observação.
III  — ERROS RELIGIOSOS                                                              31.
A ordem da natureza. Preparação para a morte. A morte do soldado.
IV  — NOSSA ATITUDE PERANTE A.MORTE                               34
A jornada da alma. O ponto verdadeiramente importante. Vantagens do conhecimento. Choradeira e dor. A maior verdade. Necessidade da vida física.
V — A NATUREZA DA PROVA                                                    42
Crença e descrença. Uma experiência pessoal. Como recebi a luz. Uma possibilidade de progresso. Provas deduzidas da Ortodoxia. Fatos suprafísicos. Como sistema filosófico. Como sistema psicológico. Corroborações inesperadas. A Teosofia e a Ciência. A Fé não deve ser cega.
VI — A EDUCAÇÃO DA CLARIVIDÊNCIA                                    56
O primeiro passo. Métodos prejudiciais. O método de Tennyson. Exercícios respiratórios. Mesmerismo. O melhor método. Como se há de começar. A quarta dimensão. O segundo método. Concentração. Os cortesões e as jarras. d'água. Meditação. Contemplação. Requisitos prévios.

PARTE II OS FATOS DA VIDA PÓS-MORTE
VII — A VERDADE DOS FATOS                                                     75
Vida terrena e vida astral. Continuação da vida atual. A realidade do invisível. O que se vê.
VIII — ALGUNS EXEMPLOS DA VIDA ASTRAL                             83
O homem comum. Exceções. Avareza e inveja. Vingança. Formas astrais de pensamento. O destino de uma doidivana. Efeitos do crime. O homem inteligente. O operário altruísta.
IX — O AMBIENTE ASTRAL CIRCUNDANTE                               95
Associação astral. Criações interessantes. Cenário artificial. O céu material. Os cientistas. Reconheceremos a personalidade dos mortos?
X — O ELEMENTAL DO DESEJO                                               101
O mundo do Ego. Como desce o Ego. O elemental mental. Formação do corpo astral. A essência vivente. Uma entidade temporária. Interesses opostos. A luta com a entidade elemental. Compaixão mal compreendida. Efeitos daninhos da reordenação.                     ,
XI — DILATAÇÃO DA CONSCIÊNCIA                                          113
Dimensões no espaço. O melhor meio de compreender. Nossas limitações. Uma vida bidimensional. Considerações matemáticas. O Tesserato. Uma formosa analogia. Ilações a tirar. Eliminação do eu.
XII — A OBRA DOS AUXILIADORES                                            125
Preparação para a morte. Campo familiar. Importância do auxílio. Retardatários altruístas. O dever do auxiliador. Maiores possibilidades. Caso curioso. O encontro de amigos.
XIII  — O MUNDO CELESTE                                                            132
Concepções materiais. Uma gloriosa realidade. A segunda morte. O reino do pensamento. A mente divina. O que o homem colhe no céu. As janelas da alma. Relação do homem comum com o plano mental. A janela da música. Três origens da música. A arte no céu. Relações pessoais. O efeito da afeição. Exemplos da vida celeste. O progresso no mundo celeste. A verdadeira vida da alma.
XIV  — A MORTALIDADE INFANTIL                                             154
O mistério da morte prematura. Como nos veio a luz. Um problema de reencarnação, A bênção frequente de uma morte prematura. Uma vida transformada. A vida astral das crianças. Continuam as crianças a crescer depois da morte? Simulação. Consolo infinito.

PARTE III PROVAS DE APARIÇÕES
XV — VISITAS ASTRAIS                                                                 165
O estudo das aparições. O primeiro vislumbre de uma vida superior. Uma visita astral. As papoulas. Em busca de auxílio em transe. 'Rumai a Noroeste'. O bergantim Mohawk.
XVI — VISITAS POUCO ANTES DA MORTE                                176
Desejos dos moribundos. Do Egito a Torquay. Uma visita ttês vezes repetida. Um duplo reclamando fotografias.
XVII — FORMAS-PENSAMENTO                                                        183
A ação das formas-pensamento. O resultado da excitação. Desdobramento de Triplin. O secretário do xerife. Frequentes desdobramentos. Um caso curioso ocorrido em Roma. Desdobramento de um sacerdote.
XVIII — APARIÇÕES ANUNCIADORAS DA MORTE                        187
Os motivos das aparições. A volta de um oficial. Solicitude fraternal. A volta do grumete. Aparição de um Santo Patrono. Explicações possíveis. Testemunhado por de-zesseis pessoas.
XIX — OS QUE VOLTAM PARA AUXILIAR                                   199
Amor maternal. Evitação de um perigo. Solicitação de auxílios espirituais. Filantropia astral. O caso de Gaspar. Numa rua muito movimentada. Aviso paternal. Aparições de antepassados. O caso de lorde Brougham.
XX — OS NECESSITADOS DE AUXILIO                                      209
Necessidades reais e imaginárias. O capitão Blumberg. Por que não ocorrem com mais frequência? O ruído de correntes. O invernista australiano. O fantasma à luz do sol.
XXI — OS ANSIOSOS POR EXPIAÇÃO                                          216
Remorsos por um furto. O segredo da confissão. A missa de um sacerdote falecido.
XXII — OS PRESOS À TERRA                                                          224
'Os encalhados'. A senhora Hebb. Três xelins e dez pence. O mordomo do conde de Buchan. Uma avarenta falecida. Um castigo merecido. O amante despeitado. N5o choreis os mortos.
XXIII  — ASSOMBRAÇÕES                                                                    2)1
Um ministro errante. O escudeiro inquieto. O espectro equestre. Pancadas numa casa. Fortes algazarras. Aparições contínuas. Travessuras em Worksop. Outros exemplos. Chuva de pedras. Perseguição a um professor. O tamborileiro. Tinir de campainhas.
XXIV  — APARIÇÕES SEM OBJETIVOS EVIDENTES                       241
A espineta de Monsieur Bach. O arranhão no rosto. Relato do general Barter. O cabriole materializado. O espectro hostil. O espectro do cão.
XXV — TIPOS MENOS FREQUENTES                                              249
A cabeça flutuante. O espectro não-humano. Persistência incómoda. Os cães e a mão. O pássaro fantasma. Entrevista terrível. A noiva de Corinto. A inconsciência da morte. Fogos-fátuos.
XXVI — IMPRESSÕES ASTRAIS                                                         259
A analogia do fonógrafo. O tímido som. Pisadas espectrais. Perpetuação de uma impressão astral. Atrocidades puritanas. O moleiro no cavalo cinzento.
XXVII — COMO PORTAR-NOS ANTE UM FANTASMA                      267
Assistência e cortesia. A atitude de investigação psíquica. O anel perdido. O papel mural discrepante. A credulidade dos célicos. Súbita indisposição. A atitude aconselhável. Preparação necessária.

PARTE IV ESPIRITISMO E INVESTIGAÇÕES PSÍQUICAS
XXVIII — FENÓMENOS ESPIRITISTAS                                                275
Fenómenos autênticos. Explicação teosófica dos fenómenos espiritistas. Uma classificação.
XXIX — EXPERIÊNCIAS PESSOAIS                                                   278
A experiência da cartola. Demonstrações violentas. Prova de força desconhecida. Luzes. Com médiuns profissionais.
XXX — UTILIZAÇÃO DO CORPO DO MÉDIUM                             285
O que é mediunidade. Falar, em transe. Escrita automática. O Arcanjo particular. Desenho e pintura. Caracterização de personagens. Impressionabilidade do corpo físico. Emprego da. força através do médium.
XXXI — A CLARIVIDÊNCIA NO ESPIRITISMO                               293
Faculdades clarividentes. O testamento perdido. Leituras clarividentes. Uma comprovação pessoal.
XXXII — MATERIALIZAÇÃO PARCIAL                                              297
Variedades de materialização. A mão luminosa. Casos de levitação. Levantado até o teto. A levitação genuína. Uma sessão espírita de escrita em lousa. Uma hora de escrita. Pintura direta. Execuções musicais. O telegrafista. Voz direta. Fotografias interessantes.
XXXIII  — FENÓMENOS DIVERSOS                                                      310
Precipitação. Diversas modalidades de luz. Como reter a forma. Transporte de objetos distantes. Provas com fogo. Produção de fogo.
XXXIV  — MATERIALIZAÇÕES VISÍVEIS                                             321
Formas intangíveis. Matéria extraída do médium. A médium d'Espérance. 'Ana ou eu?'' Uma relação íntima. Uma violência perigosa. Roupa do 'espírito'. Materialização à plena vista. Efeitos nocivos do tabaco. Brincadeiras de um desencarnado.
XXXV — NOSSA ATITUDE PARA COM O ESPIRITISMO                338
Muito de comum. Pontos de coincidência. A pouca valia das.observações de inexperientes. Inconvenientes. Resolução necessária. Possibilidade de mistificações. Prejuízos ao médium. Prejuízos ao desencarnado. Lugar e utilidade do Espiritismo. História de uma reencarnação.

XXXVI — CONCLUSÃO     349
Um apelo caloroso.
ODE AOS MORTOS-VIVOS      361
Informações Adicionais
Livro USADO. Texto, gravuras e fotografias íntegros. 

Formato 19,5 x 13,4 cm

Editora Pensamento

361 páginas