Esfinge - Estrutura e Mistério do Homem

Esfinge - Estrutura e Mistério do Homem

Disponível: Sem estoque

Autor: Pierre Weil

Livro Usado

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Sumário
AGRADECIMENTOS    7.
 
INTRODUÇÃO     De Como o Autor foi Levado ã Analise da Esfinge 11.

CAPÍTULO l     O que é uma Esfinque? — Da página 17.
1. A Esfinge como Enigma 19. 2. Dados Estatísticos sobre a Comparação das Esfinges 19. 3. Tentativa de Definição 21.

CAPÍTULO II     A Esfinge como Símbolo — Da página 25.
4. Interpretações Simbólicas de Esfinge 27. 5. O Elo entre a esfinge e os Animais Símbolos do Antigo e Novo Testamento 31. 6. Os Querubins dos Textos Bíblicos 33. 7. Hipótese sobre a Origem dos Mitemas Bíblicos 34. 8. Significados Exotéricos e Esotéricos 35. 9. A Posição da Esfinge 37. 10. Cabeça Coberta. 37. 11. O Sexo. 38. 12. Função de Guardião 38.

CAPÍTULO III     Os Símbolos Animais — Da página 39.
13. Os Símbolos Animais nas Religiões e na Psicologia moderna 41. 14. O Boi 43. 15. O Leão 43. 16. A Águia 44. 17. A Serpente 45. 18. Serpente e Árvore da Vida 47. 19. Relações entre os Elementos Simbólicos. Alguns dados estatísticos complementares 48. 20. A Cauda, um Símbolo? 50. 21. A Esfinge e a Árvore da Vida 51.

CAPÍTULO IV     A Ãrvote da Vida e da Ciência — Da página 53.
22.   Árvore  da  Vida,  Um   Modelo  Cosmológico  55.
23.  Metodologia de Abordagem da Estrutura Cosmo-lógica  56.  24.  Árvore  da  Vida  e   Numerologia  57. 25. A Cabala 58. 26. Da Árvore Sefirótica à Estrutura da Esfinge 59.

CAPÍTULO V A Esfinge como Unidade Estrutural — Da página 63.
27. Conceito de Unidade nas Religiões 65. 28. A Unidade na Cabala 66. 29. A Esfinge como Totalidade 67. 30. Da Unidade à Pluralidade 68. 31. O Princípio de Unidade Psicossomática no Século Vinte 69.

CAPITULO VI    Dialética na Esfinge — Da página 71.
32. A Bipolaridade 73. 33. O Binário na Cabala 73. 34. O Yin-Yan Chinês 74. 35. A Tercenra Força 76. 36. A Espaço Bidimensional e a Hierarquia dos Elementos na Esfinge 78, 37. A Contradição na Época Moderna 80. 38. A Dialética dos Contrários em Psicanálise 81. 39. A Bipolaridade em Psicologia 81. 
 
CAPÍTULO VII O Ternário — Da página 85.
40. Análise Numerológica da Palavra KRUB. Significância Estatística 87. 41. O Ternário nas Religiões do Mundo 89. 42. A Estrutura Ternária do Homem e a Esfinge 91. 43. O Ternário e os Dados da Ciência Psicossomática Moderna 97. 44. Do Átomo ao Cosmo 100. 45. Mensagem dos Antigos 102.

CAPÍTULO VIII     O Homem e Sua Evolução — Da página 105.
46. O Quarto Elemento da Esfinge e o Taro dos Ciganos 107. 47. A Evolução Consciente do Homem 108. 48. Os Estágios Evolutivos 113. 49. O Despertar do Homem 115. 50. As 'Vias' para o Quarto Estágio 117. 51. Homem Consciente versus Autómato no Século XX 118. 52. O Comportamento de Autoconhecimento e Autocontrole 120. 53. Dos Animais da Esfinge ao Homem 122.

CAPÍTULO IX A Serpente da Esfinge na Experiência Estética e Psicoterápica — Da página 125.
54. A Esfinge no Mundo das Formas 127. 55. A Esfinge e as Cores 127. 56. Esfinge e Música 130. 57. Experiência Culminante e a Serpente 136. 58. A Experiência Sublime em Psicoterapia 138. 59. Natureza da Experiência Sublime 141. 60. O Problema do 'Poder da Serpente' 141.

CAPÍTULO X     Maturidade e Amor — Da página 145.
61. A Maturidade 147. 62. O que é Maturidade nas Relações Amorosas? 148. 63. Existe Estágio 'Final' na Evolução das Relações Amorosas? 149. 64. Um Conceito Dinâmico e Energético da Maturação das Relações Amorosas 151. 65. A Esfinge na Sociome-tria das Relações Amorosas 152. 66. Os Desencontros de Nível de Maturação 153. 67. Perguntas Fundamentais sobre as Origens da Evolução do Homem 154.

CAPÍTULO XI     Esfinge e Estrutura — Da página 157.
68. Algumas Considerações Metodológicas 159. 69. Estrutura da Obra e Estrutura da Esfinge 160. 70. Relações entre Estrutura do Autor e Estrutura da Obra 161. 71. Definição do que é Esfinge 163. 72. Natureza Simbólica da Esfinge 164. 73. A Esfinge como Símbolo Cosmológico Exo-Esotérico 164. 74. Sugestões para Pesquisas Futuras sobre os Mite-mas Animais da Esfinge 167. 75. Esfinge e Símbolos Arborimórficos e Matemáticos Esotéricos 168, 76. Outras Pesquisas Necessárias 173. 77. A Esfinge como Símbolo de Modelo Estrutural 'Primário' ou 'Mãe' 174. 78. Esfinge e Comunicação 175.

CONCLUSÃO     
Esfinge e Sobrevivência da Humanidade 179. 
Bibliografia 183.
índice das  Citações  Bibliográficas   187. 
Iconografia   (índice   das   Fontes   Bibliográficas   das ilustrações) 195. 
índice analítico 199.
Informações Adicionais
Livro Usado Texto, gravuras e fotografias íntegros

Formato 21 x 14 cm

Editora Vozes, 1ª Edição, 1972

207 páginas