Música Silênciosa A Ciência da Meditação

Música Silênciosa A Ciência da Meditação

Disponível: Em estoque

Autor: Willian Johnston
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Meditação, Consciência, Cura e Intimidade. RELAXAMENTO E ORAÇÃO
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RELAXAMENTO E ORAÇÃO
Há algum tempo que nossa equipe está dando o 'Curso de Relaxamento e Oração' para ajudar os nossos amigos a sentir, de uma forma mais tranquila, a presença de Deus.

Atualmente muitos livros estão saindo nesta nova (antiga e sempre nova) linha de espiritualidade. E queremos recomendar este livro como um dos básicos para compreender o que estamos tentando fazer. O autor salienta o uso dos cinco sentidos espirituais, e a oração com gestos, mãos postas ou elevadas, de olhos fechados e em silêncio, e com o corpo em harmonia com o ritmo do universo. Esta é uma das maneiras que talvez possa nos ajudar a encontrar e sentir a presença da S.S. Trindade em nosso coração, no lugar secretíssimo onde ressoa a sua voz (Gaudium et Spes, 14-16).

Uma das maiores dificuldades na oração é que a gente parece estar falando com um Deus distante e frio, como o Deus aristotélico. Ora, isso contraria a Escritura, pois como diz São João 'DEUS É AMOR'. Daí São Paulo ter escrito, sob inspiração, 'a fé é do coração'. E os lábios expressam essa fé no louvor, dizendo que Jesus Cristo é o Salvador (Rom 10,9). Cristo disse que SEU AMOR sai do interior como rios de água viva, (Jo 7,37).
Inácio de Loyola resumiu tudo isso na sua famosa frase: 'Queremos conhecer o Cristo mais profundamente, para ama-lo mais ardentemente e assim servi-lo de mais perto'.

Os orientais e os santos sempre foram profundos nesse tipo de espiritualidade e agora, cem os meios modernos de comunicação, suas ideias estão penetrando cada vez mais no Ocidente.

Cristo Jesus era oriental e pensando como os orientais podemos entender melhor a sua linguagem.
Padre Johnston, jesuíta de Tóquio, em seu livro 'Música Silenciosa' cita muitas vezes trechos de 'Graça da Oração Interior' do Padre Poulain, S.J. Cita, por exemplo, que os místicos ocidentais, como os orientais, são calmos e tranquilos. Têm uma vida menos agitada e mais contemplativa. Ele ensina, como também nós estamos procurando lembrar em nossos cursos, que para uma oração mais profunda é bom relaxar, usar a imaginação e os sentidos espirituais.

Há anos que o santo soldado, Inigo de Loyola, ensinava tudo isso, porém, para nos ajudar no assunto, podemos nos servir da experiência dos místicos e dos orientais nesse tipo de meditação, o que nos ajudará a sentir, dentro do espírito inaciano e bíblico, a santa presença de Deus.
Que Deus, com esses exercícios, nos ajude a experimentar melhor os sentimentos de Cristo. 'Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus' (Plp 12,5).

Que Maria, que foi quem mais vivenciou o amor de Jesus, seja o nosso modelo.

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Informações Adicionais
Livro USADO. Textos e fotos Integros.

Formato 21 x 14 cm

Editora Loyola, 1ª Edição, 1979

180 páginas