Tarô Egípcio

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Tarô Egípcio

Disponível: Sem estoque

Autor: Anádara
O que revelará o meu futuro? - essa era a pincipal indagação da vida dos antigos egípcios. Mas ao contrário do que indica a afirmação anterior, não foram os egípcios que criaram o popularmente conhecido tarô egípcio.
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Descrição

Detalhes

A maior preocupação da vida dos antigos egípcios era relacionada ao que o futuro lhes teria destinado; se teriam sorte ou infortúnio, amores ou desilusões, sucessos ou fracassos, nos campos material e espiritual. Assim, era uma prática muito difundida entre eles consultar oráculos, feiticeiros e, por meio destes, descobrir o que havia sido programado pelo panteão dos deuses e como fazer para, em casos extremos, tentar modificar seu destino.

Curiosamente, não foram os egípcios que inventaram o popular taro egípcio. A criação do baralho numérico e ilustrado usado apenas com finalidades lúdicas tem como uma provável origem a transposição para o papel do jogo de xadrez, que havia sido inventado pelos indianos no século VIII d.C. e chegou ao Ocidente junto com os invasores árabes; por sua vez, a arte da quiromancia e a utilização mágica do taro para previsão do futuro só foi desenvolvida muitos séculos após o declínio da civilização egípcia, tendo como berço a Itália do século XIV. O baralho mais conhecido foi popularizado por Mademoíselle Lenormand, a cartomante do imperador Napoleão.

O taro egípcio só seria desenvolvido no século XVIII, pelo matemático francês — Jean ANíet. A simbologia medieval do baralho de quatro naipes, com seus personagens e significados foram acrescentados as características dos deuses egípcios, suas fórmulas, símbolos e mitologia. Esse artifício caiu no gosto dos magos, xamãs e feiticeiros e passou a ocupar um lugar de destaque nos círculos mágicos, popularizando-se e ganhando novas interpretações.

Assim chegamos ao baralho com 78 carias que hoje acompanha este livro e que propícia ao vidente amplo material para interpretação e predição do futuro dos consulentes.

É uma arte que requer prática, leitura e treinamento, pois, quanto mais referências históricas, simbólicas e mitológicas, maior é o universo interpretativo e mais elementos colaborarão no despertar da intuição do vidente. Por essa razão, o presente Taro Egípcio vem com um manual que ensina a jogar, bem como oferece noções básicas sobre os personagens e as interpretações para o jogo.

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Sumário
Primeira parte: Introdução   7
Capítulo 1: Origens do Taro   9
Capítulo 2: Visão Geral do Taro   3
Capítulo 3: O Simbolismo dos Deuses Egípcios   16
Segunda parte: Método    23
Capítulo 4: Preparação Pessoal para o Uso do Taro  25
Capítulo 5: Como Consultar o Taro Egípcio   28
Capítulo 6: Descrição das Cartas  32
Bibliografia  68

Informações Adicionais
Livro NOVO. Texto, gravuras e fotografias íntegros. 

Formato 21 x 14 cm

Editora Pallas, 12ª Edição, 2006

72 páginas